quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

O som da fúria

O rock foi a trilha sonora dos movimentos de protesto
que varreram o mundo nos anos 1960



[A resistência passiva cedeu lugar à indignação e, depois, à raiva.
Mostrando que não eram de todo ignorantes em Shakespeare, os escribas do Novo Jornalismo criaram um chavão para o rock: o som e a fúria.]


Um marco na história da música, do comportamento e da busca pela liberdade. O movimento da contracultura está chegando aos seus 50 anos. Lembrar ou querer conhecer esse excitante conturbado e revolucionário momento, soa como abrir os olhos, os ouvidos, o corpo e a mente para as mudanças, que, durante meio século, ocorreram no imaginário que transporta a realidade humana.



[Apesar (ou por causa) de todos os seus conflitos, os anos 1960 foram uma época fascinante. Parafraseando Dickens, na sua famosa descrição da Revolução Francesa: “Foi o melhor dos tempos, foi o pior dos tempos, foi a idade da razão, foi a idade da insensatez, foi a era da crença, foi a era da incredulidade, foi a era da luz, foi a era das trevas, foi a primavera da esperança, foi o inverno do desespero…”, os anos 1960 foram a década que definiu o século 20.]


Sugiro a leitura do texto de Roberto Muggiati, na edição do mês passado na Revista Cult, trazendo a tona a trajetória do rock a partir dos anos 60. Acesse aqui.

2 comentários:

Roger Peres disse...

Para mim esse período é um dos mais importante na história da música, digo música, pois ela batia nos ouvidos e volta como uma bala de canhão. Pena, que não tive tempo de viver esses anos de fúria.Mas,confesso sou fã desse tempo. :)

Ediane Oliveira disse...

Nem me fala. Se tu não viveu, imagina eu, Roger? Uma pena...

:)